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Startups brasileiras devem captar mais de US$ 10 bi em 2022

Se as startups brasileiras captaram em 2021 valores recordes em investimentos – foram mais de US$ 9,6 bilhões, com crescimento de 174% em relação a 2020 – em 2022, o volume captado tende a crescer, mas a taxas menores. Na projeção do Distrito, as startups devem captar neste ano entre US$ 10,7 bilhões e US$ […]

Publicado: 17/03/2026 às 07:21
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Construção civil — Foto: Reprodução

Se as startups brasileiras captaram em 2021 valores recordes em investimentos – foram mais de US$ 9,6 bilhões, com crescimento de 174% em relação a 2020 – em 2022, o volume captado tende a crescer, mas a taxas menores.

Na projeção do Distrito, as startups devem captar neste ano entre US$ 10,7 bilhões e US$ 12,9 bilhões ao longo deste ano, um aumento de cerca de 50%. Na avaliação da plataforma de inovação, algumas incertezas no contexto macroeconômico devem refletir nos aportes.

Leia mais: Aportes em empresas brasileiras superam R$ 11 bi no 1º trimestre 

Análise da Distrito, com o apoio de algoritmos proprietários, identificou 1.333 startups no País com a possibilidade de recebimento de um novo aporte. Contudo, nem todas as negociações podem ser bem-sucedidas, e os dados do primeiro trimestre de 2022 já indicam uma queda no número de rodadas por mês. Por outro lado, o ticket médio por rodada continua crescendo constantemente.

“Em 2021, o Brasil confirmou sua posição de destaque entre as nações de maior potencial para desenvolvimento do mercado de inovação e tecnologia, atraindo um volume de capital de risco nunca antes visto. Para 2022, continuamos acreditando no crescimento do mercado, mas como uma intensidade um pouco menor dado o cenário desafiador político e econômico no mundo”, afirma Gustavo Gierun, CEO do Distrito.

As projeções apontam ainda que as fintechs devem seguir liderando os aportes recebidos. As edtechs, inclusive, devem ser o único segmento a ter aumento no número de deals concretizados no ano.

“É normal que investidores sejam mais conservadores em períodos de instabilidade, no entanto, o gestor de venture capital busca retornos de 8 a 10 anos e, portanto, está acostumado aos ciclos da economia brasileira. Assim, não acreditamos em ruptura na disponibilidade de capital, mas sim em um maior cuidado neste momento. Por outro lado, os empreendedores devem se preparar para um processo de captação de investimentos mais longo e investidores mais detalhistas”, completa Gierun.

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