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Startups do setor de energia crescem 29,8% no Brasil

O número de startups no mercado de energia cresceu 29,82% no Brasil, segundo o relatório “Mercado de Energia no Brasil”, feito pela Liga Ventures com apoio estratégico da PwC Brasil. Dentre elas, 201 estão ativas e monitoradas, sendo que quase 18% são voltadas para eficiência energética, 20% para geração compartilhada e 15% para Data Analytics. […]

Publicado: 02/04/2026 às 09:05
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Construção civil — Foto: Reprodução

O número de startups no mercado de energia cresceu 29,82% no Brasil, segundo o relatório “Mercado de Energia no Brasil”, feito pela Liga Ventures com apoio estratégico da PwC Brasil. Dentre elas, 201 estão ativas e monitoradas, sendo que quase 18% são voltadas para eficiência energética, 20% para geração compartilhada e 15% para Data Analytics.

“A quantidade de startups ativas está alinhada com o momento do Brasil. Um exemplo é o Data Analytics. Hoje as empresas trabalham com perfil de dados, mercado consumidor e isso precisa de inteligência de gestão de dados. Existe também a questão do e-mobilidade, o uso de baterias, ou seja, um mercado que olha para a descarbonização. Há startups pensando nisso também”, explica o sócio da PwC Brasil, Ronaldo Valiño.

De acordo com o executivo, para uma startup ter um negócio viável no mercado é preciso determinar qual seu foco de atuação, conhecendo o setor para melhor entender os riscos e necessidades. “Hoje o setor de energia precisa conhecer o seu cliente. A transição energética impacta em toda cadeia, então é necessário utilizar essas tecnologias para acelerar essa mudança. Em 2020 o Brasil foi um dos países com maior investimento em energia eólica e em 2021 o Nordeste conseguiu ser autossuficiente em energias renováveis. É preciso compartilhar essa energia para outras regiões”, explica.

Leia mais: Startups do setor de energia já movimentaram US$ 66,4 milhões este ano

As operações de fusões, aquisições e investimentos entre estas empresas foi outro dado que chamou a atenção no estudo. O valor movimentado foi de R$217,6 milhões, em um total de oito transações. As startups envolvidas foram fundadas entre 2016 e 2019, atuam em gestão de consumo, comercialização e financiamento de energia, geração compartilhada e Data Analytics e utilizam tecnologias como energia fotovoltaica e smart meter em suas soluções.

Dentre os 220 participantes da pesquisa, somente 11,84% foram considerados inativos, ou seja, não apresentaram traços de atividade nos últimos 12 meses, foram compradas, ou deixaram de atender um ou mais critérios descritos no anuário. Essas startups inativadas têm em média 6,6 anos de existência.

Já entre os estados que possuem mais startups voltadas ao setor de energia no país, Amazonas, Ceará, Distrito Federal, São Paulo e Santa Catarina saem na frente. Essas empresas desenvolvem tecnologias, principalmente em geração compartilhada, eficiência energética e gestão de consumo.

A descarbonização e eficiência energética estão entre as categorias que mais evoluíram no estudo das startups em energia. De acordo com o ano de fundação, foram as empresas destinadas a e-mobilidade, aquelas que melhor atendem a metas de Net Zero, demonstrando alinhamento com as discussões da COP26.

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