De acordo com a consultoria Forrester, 2026 marcará uma virada no modo como empresas tratam a sustentabilidade ambiental. A era do marketing superficial termina. Companhias que usavam o tema apenas como ferramenta de branding terão dificuldade em justificar seus orçamentos. Já aquelas que integrarem práticas sustentáveis ao núcleo do negócio, conectando-as a ganhos de eficiência […]
De acordo com a consultoria Forrester, 2026 marcará uma virada no modo como empresas tratam a sustentabilidade ambiental. A era do marketing superficial termina. Companhias que usavam o tema apenas como ferramenta de branding terão dificuldade em justificar seus orçamentos. Já aquelas que integrarem práticas sustentáveis ao núcleo do negócio, conectando-as a ganhos de eficiência e lucro, ganharão relevância e mais recursos.
Segundo a análise da Forrester, líderes de sustentabilidade precisarão mostrar redução mensurável de impacto climático, mais resiliência operacional e menor risco material. Isso exige fortalecimento da governança interna, adoção de softwares de gestão ambiental, avaliações de materialidade para riscos climáticos e parcerias estratégicas com fornecedores de serviços especializados.
Com a ascensão da inteligência artificial generativa, também será necessário investir em infraestrutura de TI e energia resiliente. Dados da própria Forrester mostram que profissionais do setor público colocam o investimento em energia limpa no topo da agenda para fortalecer resultados macroeconômicos.
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O relatório “Predictions 2026: Environmental Sustainability Enters An Era Of Authenticity”, assinado pelo analista Abhijit Sunil, destaca três transformações centrais:
A consultoria alerta que a fiscalização deixará de olhar apenas para resultados divulgados e passará a avaliar a integridade dos processos de coleta e validação de dados. Empresas sem estruturas claras de propriedade de dados, rastreabilidade e controles de versão estarão mais vulneráveis a sanções e perda de credibilidade.
Na avaliação da Forrester, empresas que souberem transformar sustentabilidade em vantagem competitiva, com práticas sólidas, investimentos em energia limpa e uso estratégico de dados climáticos, não apenas garantirão crescimento orçamentário, mas também se diferenciarão em um cenário em que autenticidade será o novo padrão de valor.
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