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Tecnologias emergentes são ponto de atenção para futuro mais justo

“Para pensar no futuro, a gente tem que pensar no presente”, resumiu Nina da Hora, consultora de tecnologia responsável da Thoughtworks em uma discussão sobre Tecnologias Emergentes e Negócios por um futuro mais justo. “Definir o que é tecnologia emergente é sempre desafiador. Não são apenas tecnologias novas, mas também aquelas que ainda não ‘pegaram’ […]

Publicado: 16/03/2026 às 02:44
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Construção civil — Foto: Reprodução

“Para pensar no futuro, a gente tem que pensar no presente”, resumiu Nina da Hora, consultora de tecnologia responsável da Thoughtworks em uma discussão sobre Tecnologias Emergentes e Negócios por um futuro mais justo.

“Definir o que é tecnologia emergente é sempre desafiador. Não são apenas tecnologias novas, mas também aquelas que ainda não ‘pegaram’ ou que não estão sendo usadas como gostaríamos”, complementou Rosi Teixeira, head de tecnologias emergentes e comunidades da Thoughtworks.

Segundo a especialista, essas tecnologias chamadas de emergentes têm características comuns. São altamente descentralizadas, vão misturar cada vez mais o que é virtual e real e são exponenciais. E esse é o ponto de atenção sobre criar um futuro tecnológico mais justo. Tudo o que for feito chegará mais rápido e impactará mais rápido a sociedade.

Para isso, é necessário entender que para ser justo, tem que envolver todo mundo. As empresas precisam saber o impacto na cadeia produtiva, nas pessoas que trabalham, na região em que a tecnologia será utilizada.

“Eu tenho percebido que estamos em um momento de transição sobre a culpabilidade. Se falássemos sobre isso há cinco anos, em alguns lugares era entendido que estávamos culpando o desenvolvedor, a galera de IA, parecia que estávamos culpando quem estava desenvolvendo, quem estava no dia a dia. Agora há uma transição e um interesse de entender o que é responsabilidade na tecnologia”, afirmou Nina.

Antes, de acordo com Nina, havia questões de acessar a pessoa para que ela pudesse absorver sobre responsabilidade. Não faz parte da responsabilidade só antecipar os problemas, mas saber que eles existirão e será preciso lidar com algum momento. É preciso estar preparado para receber os feedbacks. “Eu não sou culpado, sou responsável”, frisou.

Mas, para isso, finaliza Rosi, “nós estamos estimulando as pessoas que estão no dia a dia e quem está demandando a tecnologia, o C-level, a se preparem para essa discussão. Não pode achar que é excessivo o que seu time está trazendo sobre cuidado, senão a gente não transforma.”

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