Órgãos de defesa do consumidor ainda não sabem como será feita a compensação
A Telefônica e os órgãos de defesa do consumidor, entre os quais o Procon, ainda não conseguiram chegar a um acordo a respeito do ressarcimento dos usuários residenciais de banda larga da operadora, que usam o Speedy, prejudicados com a suspensão dos serviços por 36 horas entre quarta e sexta-feira (03 e 04/07), em função de pane que atingiu todo o Estado e cujas causas ainda não foram esclarecidas.
A proposta inicial da Telefônica foi deixar de cobrar 72 horas de serviço, ou seja, o dobro do que estabelece a lei, que define o ressarcimento do tempo exato em que não houve a prestação de serviço.
Por intermédio de sua assessoria de imprensa, o Procon nega que tenha sido esta a proposição da operadora de telecomunicações paulista mas não fornece mais informações alegando que o acordo não foi concluído até o momento.
O apagão online que atingiu a companhia telefônica de São Paulo não tem precedentes na história internacional do setor, embora a explosão do trágego de dados seja uma realidade em todo o mundo.
Leia mais sobre a pane na Telefônica que deixou São Paulo sem internet.
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