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Thin clients ganham “selo verde” ao garantir economia de energia elétrica

Contas de energia menores e ciclo de vida maior garantem “green appeal” dos equipamentos.

Publicado: 15/04/2026 às 08:31
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3 minutos
Thin clients ganham “selo verde” ao garantir economia de energia elétrica
Construção civil — Foto: Reprodução

Migrar dos PCs para thin clients pode gerar para uma empresa uma economia de
25% em energia. É o que diz um relatório recentemente divulgado pelo Forrester
e o potencial de redução de gastos energéticos está levando os executivos de TI
a reconsiderarem a possibilidade de migração.

O estudo, chamado “Green Benefits Put Thin-Client Computing Back On The
Desktop Hardware Agenda”,  diz que a queda nas contas de energia
podem ser atribuídas ao fato de que os thin clients “consomem de 6 watts a 50
watts, bem menos que a média de 150 watts a 350 watts utilizada pelos
tradicionais PCs”.

Menos consumo de energia, claro, significa também menos
emissão de carbono, o que vem se tornando um grande ponto de atenção para
empresas ecologicamente conscientes.

O Forrester ressalta uma segunda vantagem que os thin clients têm sobre os PCs:
um longo ciclo de vida. “Ao contrário de PCs e notebooks, que geralmente têm
seu ciclo encerrado em três ou quatro anos, os thin clients tem média de uso de
sete anos. Eles escapam na inevitável obsolescência tecnológica porque têm poucos
pontos de falha e raramente precisam de atualizações”.

Vantagens ecológicas à parte, os thin clients podem comprovadamente reduzir as
visitas de profissionais de help desk aos cubículos dos usuários para a
manutenção de equipamentos, assim como o tempo gasto com patches.

Isso porque
os aplicativos pesados estão em servidores centrais, aos quais os clientes
estão conectados. (Em alguns casos, o servidor central pode ser um PC).

Além disso, deve-se levar em conta os benefícios de segurança: se um ladrão
levar um thin client, ele não terá acesso a dados críticos, que ficam gravados
remotamente. De todo modo, o relatório aponta que estes equipamentos têm seus
pontos negativos: eles funcionam bem para rodar aplicativos complexos, mas não
servem à mobilidade. Além disso, eles se encaixam melhor a profissionais de
call center, finanças e recursos humanos do que a equipes de vendas ou
desenvolvedores de software.

Outros destaques do COMPUTERWORLD:
> Compra da BO é fundamental para SAP ganhar mercado da Oracle
> SAP fecha a aquisição da Business Objects por US$ 6,78 bi
> Gartner: “Setor independente de BI vai cair como castelo de cartas”
> Oracle compra a Hyperion por 3,3 bilhões de dólares

Mais que isso, o Forrester alerta que empresas que pensam em migração devem
encontrar resistência dos usuários.

“Usuários habituados a um ambiente livre de
gerenciamento, onde os desktops são configurados de acordo com suas
preferências pessoais, costumam ver o thin client como perda de controle
pessoal”, defende o relatório.

Uma questão para os leitores: o que vocês pensam dos thin clients?
Vocês os usam em suas organizações ou já os consideraram e rejeitaram?

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