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Raízen e Microsoft firmam parceria para migração para nuvem

Em uma parceria de cinco anos, a Raízen fechou contrato com a Microsoft para a migração de todas as suas aplicações para o ambiente de nuvem Azure – incluindo toda a infraestrutura global de computação em nuvem. De acordo com José Massad, diretor de tecnologia da informação da Raízen, a migração acontecerá para trazer mais […]

Publicado: 03/04/2026 às 14:26
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3 minutos
Ricardo Fernandes, vice-presidente de Enterprise Business da Microsoft Brasil José Massad, diretor de tecnologia da informação da Raízen
Construção civil — Foto: Reprodução

Em uma parceria de cinco anos, a Raízen fechou contrato com a Microsoft para a migração de todas as suas aplicações para o ambiente de nuvem Azure – incluindo toda a infraestrutura global de computação em nuvem. De acordo com José Massad, diretor de tecnologia da informação da Raízen, a migração acontecerá para trazer mais agilidade, flexibilidade e atualizações – principalmente em um momento tão sensível quanto a ataques hackers.

“Sofremos um ataque hacker em 2020 e a Microsoft nos ajudou muito na ocasião. Na época, precisamos mudar algumas coisas para nuvem para deixar o processo mais ágil e esse foi um passo muito importante para a decisão de migração”, diz o executivo.

Ricardo Fernandes, vice-presidente de Enterprise Business da Microsoft Brasil, complementa dizendo que o projeto não é apenas para ir para a nuvem – mas uma questão de transformação digital do negócio.

Leia também: Ameaças impulsionam investimentos de provedores em cibersegurança

“Na Raízen, falamos que é uma jornada. Não existe um estalar de dedos para mudar a cultura e a mentalidade das pessoas. Existem negócios que precisam da tecnologia praticamente para sobreviver. Nós temos negócios, desde agricultura até a indústria, com unidades quase centenárias. Temos muitos processos focados no físico, como logística, então a nosso desafio é colocar a tecnologia em cada um desses processos”, diz José.

Passo a passo

José explica que, durante esses cinco anos, serão algumas fases de migração. Na primeira onda, serão cerca de 220 aplicações migradas – aquelas consideradas não tão sensíveis à companhia. O SAP, por exemplo, não será migrado nesse momento do projeto, assim como outras aplicações críticas ao negócio.

A primeira fase, segundo o executivo, durará entre um e dois anos e será crucial para que a Raízen aprenda com o processo e, assim, mude as aplicações sensíveis sem causar problemas aos sistemas. A escolha vai ao encontro da parceira. “A gente não indica uma migração massiva. A mudança precisa ser controlada e muito bem planejada”, frisa Ricardo.

Foco no Brasil

De acordo com Ricardo, o projeto com a Raízen é um dos maiores da subsidiária brasileira e tem grande importância para a Microsoft Global. “A Microsoft começou sua jornada de nuvem há aproximadamente oito anos, passamos por uma transformação cultural e estamos mudando a mentalidade das pessoas da empresa. Quando temos uma parceria dessa magnitude, uma migração com a responsabilidade de transformar o negócio e ter o propósito, a área cresce em uma relevância infinita”, revela ele.

Além disso, segundo o executivo, a Microsoft tem o propósito de impactar também em inovação. “O Brasil é visto como inovador pela Microsoft global, pois sempre estamos buscando como fazer mais com menos. Nesse sentido, a subsidiária tem conquistado uma relevância e confiança”, comenta.

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