Nos próximos dias, a consultoria Datamonitor Group divulgará o estudo anual sobre as melhores e as piores cidades para offshoring (alocação de pessoas ou processos para outro país) de TI. Neste ano, o Brasil tem três representantes na lista dos destinos mais seguros para realizar esse tipo de atividade: Brasília, Rio de Janeiro e São […]
Nos próximos dias, a consultoria Datamonitor Group divulgará o estudo anual sobre as melhores e as piores cidades para offshoring (alocação de pessoas ou processos para outro país) de TI. Neste ano, o Brasil tem três representantes na lista dos destinos mais seguros para realizar esse tipo de atividade: Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo.
Vale destacar que, no estudo de 2009, Rio de Janeiro e Brasília estavam na lista das cidades mais perigosas para offshoring. A mudança para este ano, justifica o relatório, deve-se em grande parte às expectativas de melhorias por conta do País para sediar os Jogos Olímpicos de 2016 – na capital carioca. Outros fatores que contribuíram para criar uma imagem positiva das cidades brasileiras foram os esforços para redução da criminalidade, capacitação da mão-de-obra e o amadurecimento da justiça brasileira.
Para montar o ranking com as 25 cidades mais seguras e as 25 localidades mais perigosas para offshoring, a Datamonitor ouviu 3,100 corporações, com o intuito de avaliar quais os requisitos específicos para escolher um local para contratação de serviços – de outsourcing de TI e de BPO (Business Process Magament ou, em português, gestão dos processos de negócio) – no exterior. O estudo também pediu para que os respondentes criassem um ranking de quais cidades apresentam pontos positivos e negativos, a partir da análise de cenários políticos, terrorismo, problemas climáticos, maturidade legal, questões ambientais, infraestrutura de TI e telecom, segurança e taxa de criminalidade.
Veja a relação completa de cidades:
