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Typewise: Uma revolução nos teclados?

Nos últimos anos, com a chegada dos smartphones, praticamente deixaram de existir os teclados físicos, graças às telas sensíveis ao toque que permitiram o uso de teclados virtuais. Segundo um recente estudo conduzido por entidades como a Universidade de Cambridge, um usuário médio pode escrever com um smartphone à mesma velocidade com que se escreve […]

Publicado: 17/05/2026 às 09:19
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Typewise: Uma revolução nos teclados?
Construção civil — Foto: Reprodução

Nos últimos anos, com a chegada dos smartphones, praticamente deixaram de existir os teclados físicos, graças às telas sensíveis ao toque que permitiram o uso de teclados virtuais. Segundo um recente estudo conduzido por entidades como a Universidade de Cambridge, um usuário médio pode escrever com um smartphone à mesma velocidade com que se escreve com um teclado convencional de computador.

Acontece que, quando escrevemos usando um smartphone, usualmente cometemos mais erros do que quando escrevemos com um teclado de computador, em função do menor tamanho das teclas virtuais. Esse problema poderá ser minorado com a chegada do Typewise, um aplicativo que gera um teclado virtual com teclas hexagonais.

Seus criadores asseguram que 97% das palavras digitadas não conterão erros, ao contrário das 73% digitadas com os teclados virtuais agora em uso, e isso se deve ao tamanho das teclas Typewise, que são cerca de 70% maiores que as convencionais.

Porém, como o espaço da tela é limitado, para digitar-se maiúsculas ou acentos no Typewise são necessárias algumas manobras adicionais, como tocar uma vogal de forma prolongada ou deslizar alguma tecla. O novo teclado ainda está em fase de testes beta, mas já pode ser baixado através das lojas de aplicativos; seus criadores dizem que em apenas 15 minutos podemos ficar totalmente familiarizados com ele.

O estudo descobriu que quem digita com os dois polegares é mais rápido do que aqueles que usam apenas um dedo; para que não nos entusiasmemos muito, o estudo apontou também que jovens até 19 anos podem digitar bem mais rapidamente que os mais velhos…

*Por Vivaldo José Breternitz, Doutor em Ciências pela Universidade de São Paulo, é professor da Faculdade de Computação e Informática da Universidade Presbiteriana Mackenzie.

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