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União Europeia

UE abre investigação formal sobre possíveis violações do TikTok

A União Europeia anunciou oficialmente o início de uma investigação sobre o TikTok, plataforma da ByteDance, em relação a possíveis violações de regras de conteúdo on-line. Sob a lupa da UE estão preocupações sobre o design da plataforma, incluindo a possibilidade de ser viciante e o uso de algoritmos que podem incentivar comportamentos compulsivos de […]

Publicado: 19/03/2026 às 23:45
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Tiktok, investigação
Construção civil — Foto: Reprodução

A União Europeia anunciou oficialmente o início de uma investigação sobre o TikTok, plataforma da ByteDance, em relação a possíveis violações de regras de conteúdo on-line. Sob a lupa da UE estão preocupações sobre o design da plataforma, incluindo a possibilidade de ser viciante e o uso de algoritmos que podem incentivar comportamentos compulsivos de navegação.

O comissário da União Europeia para o mercado interno, Thierry Breton, anunciou uma medida significativa nesta segunda-feira (19) após uma análise detalhada do TikTok. Breton confirmou que a UE está abrindo uma investigação formal sobre o aplicativo de vídeos curtos devido a preocupações relacionadas à transparência e à segurança dos menores.

Leia mais: OpenAI conclui acordo que avalia a empresa em US$ 80 bilhões 

Breton destacou várias áreas de interesse, incluindo o potencial design viciante da plataforma, limites de tempo de tela, efeitos de “toca de coelho” que incentivam a navegação incessante, além da verificação de idade e configurações de privacidade padrão.

A Lei dos Serviços Digitais (DSA) da UE, em vigor desde 17 de fevereiro, requer que plataformas on-line e grandes motores de busca intensifiquem seus esforços para combater conteúdos ilegais e proteger a segurança pública.

Agora, o TikTok enfrenta a possibilidade de multas significativas, de até 6% de seu faturamento global, se for considerado culpado de violar as regras da UE. Enquanto isso, a empresa chinesa afirma continuar colaborando com especialistas e a indústria para manter os usuários jovens seguros em sua plataforma, destacando os recursos implementados para proteger adolescentes e prevenir o acesso de menores de 13 anos.

*Com informações da Reuters

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