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Ultracargo adota robôs para limpeza e inspeção em tanques de combate a incêndios

A empresa de logística Ultracargo realizou, pela primeira vez, a limpeza e a inspeção de um tanque sem necessidade de esvaziá-lo. O processo usou robôs e ocorreu no terminal da companhia em Itaqui (MA). Durou aproximadamente uma semana e foi liderado pela equipe de planejamento e controle de manutenção (PCM) da companhia, com apoio de […]

Publicado: 20/03/2026 às 09:00
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Construção civil — Foto: Reprodução

A empresa de logística Ultracargo realizou, pela primeira vez, a limpeza e a inspeção de um tanque sem necessidade de esvaziá-lo. O processo usou robôs e ocorreu no terminal da companhia em Itaqui (MA). Durou aproximadamente uma semana e foi liderado pela equipe de planejamento e controle de manutenção (PCM) da companhia, com apoio de outras áreas e técnicos terceiros.

A operação contou com auxílio de robôs e equipamentos especializados, içados para o topo do tanque. A entrada dos dispositivos ocorreu por uma janela de inspeção no teto do tanque, permitindo acesso completo ao interior, sem a necessidade de interrupção da operação.

Durante o processo, o robô de limpeza navegou pelo fundo do reservatório, detectou e removeu sedimentos acumulados ao longo dos anos.

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“A batimetria foi uma das soluções utilizadas para mapear a distribuição dos sedimentos, para posteriormente realizar a remoção, o que permitiu a inspeção visual e ultrassônica das chapas de fundo conforme a API653, uma norma que estabelece os requisitos mínimos para a inspeção, reparo, alteração e reconstrução de tanques de armazenamento”, conta Everaldo Silva Sena, gerente de planejamento e controle de manutenção da Ultracargo.

Segundo ele, as informações coletadas geraram um mapa de calor, que revelou que a profundidade do acúmulo variava de um a 23 centímetros nos pontos mais críticos. Durante a operação, o robô percorreu quatro vezes o fundo, removendo o resíduo encontrado.

“Se não fosse retirado, o dejeto poderia comprometer o funcionamento das bombas e tubulações do sistema de combate a incêndio. Com os dados obtidos através da medição de espessura das chapas de fundo realizado por um veículo ultrassom submersível controlado remotamente, foi possível calcular a taxa de corrosão e a vida útil restante das chapas do fundo do tanque, assegurando a operação do ativo até a próxima inspeção”, explica.

Leopoldo Gimenes, diretor executivo de operações e engenharia da Ultracargo, explica que a formação de sedimentos no tanque é causada pelas impurezas na água, que ao longo de quase uma década foram decantando e se depositando no fundo. Ele ressalta que a ideia é passar a realizar o procedimento em limpezas e inspeções futuras, expandindo o processo para outros terminais.

Um vídeo da própria Ultracargo explica o processo. Assista:

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