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Universidade reformula estrutura de segurança

Medida veio com expansão das iniciativas de educação a distância, que amplia superfície de ataque na rede da Uniube

Publicado: 19/05/2026 às 01:41
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3 minutos
Universidade reformula estrutura de segurança
Construção civil — Foto: Reprodução

Até pouco tempo atrás, a proteção da rede da Universidade de Uberaba (Uniube) era feita por meio de servidores comuns, rodando um firewall Linux. A estrutura de segurança contava, ainda, com appliances de pequeno porte locados e com gerenciamento terceirizado. Durante quatro anos, a estrutura de segurança da universidade era basicamente esta. Mas, com o tempo e a mudança no modelo de atuação, o volume de tráfego mudou muito.

O cenário ficou mais complexo quando a universidade resolveu intensificar suas iniciativas de graduação a distância. “A solução não atendia mais”, resume Luciano Lopes, diretor de TI da instituição, que precisava controlar uma demanda crescente de acessos internos e eventuais invasões. “Fica difícil medir o quanto aumentou nossa exposição. Antes, éramos uma universidade regional e hoje temos polos em praticamente todo Brasil.”

O aumento acarretou incidentes ocasionados pela não-aderência da solução utilizada. A necessidade de mudança embasava-se no aumento da segurança do perímetro da rede e melhora nos filtros aplicados na web, tanto na parte administrativa quanto nos laboratórios de informática. Para se ter uma ideia, dos cerca de 40 mil alunos atendidos atualmente, mais da metade cursa educação a distância.

A Uniube começou um projeto de reformulação de sua estrutura de segurança em abril de 2007 com a implantação do FortiGate 1000A, solução da fornecedora de soluções de gerenciamento unificado de ameaças (UTM) Fortinet. A ferramenta inclui firewall, rede virtual privada (VPN, na sigla em inglês), sistema de prevenção de invasão (IPS, na sigla em inglês) e web filtering. O appliance contempla as unidades nas cidades de Uberaba, Uberlândia e Araxá, além de aproximadamente 40 polos de educação a distância espalhados pelo País.

Lopes explica que o appliance adotado é mais efetivo no controle de entrada e saída de internet, monitoramento de portas e proteção de servidores da DMZ (acessados pelos alunos). Outro ponto solucionado toca a preservação dos dados relacionados à gestão dos estudantes e processos financeiros. “Essa é a parte mais crítica da nossa rede, com servidores que precisam ser muito bem monitorados e bloqueio de conteúdos por perfil de usuários”, comenta o CIO, salientando que a ferramenta implantada não se configura no único ponto de segurança, mas, sim, no principal.

A solução escolhida consumiu investimentos na casa dos R$ 120 mil, o projeto demandou cerca de seis meses de trabalho e foi conduzido pela integradora Lidercomp, que ficou responsável por formação, serviços e suporte no ambiente da Uniube.

Dentre os ganhos da substituição tecnológica, Lopes cita aumento nos níveis de proteção e disponibilidade do site. “Ganhei maior segurança também para identificar eventuais ataques”, acrescenta. A universidade agora consegue criar novos bloqueios, regras e filtros com dinamismo. “No longo prazo vamos complementar a solução com outro produto que guarda logs de sistemas”, aponta o CIO. A instituição planeja adotar uma tecnologia para eliminação de regras duplicadas ou inconsistentes, também da Fortinet, no site de Uberaba dentro dos próximos meses. Além disso, deve instalar o dispositivo de segurança que já roda no site principal também em Uberlândia e Araxá, para agir individualmente em cada unidade.

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