ITF Portal - Banner Topo
Slot: /23408374/itf-ad-banner-topo
720x300, 728x90, 728x210, 970x250, 970x90, 1190x250
PEP
prontuário eletrônico
saúde
telemedicina

Uso do prontuário eletrônico do paciente por hospitais é desigual no Brasil

O Prontuário Eletrônico do Paciente, também conhecido como PEP, é subutilizado no Brasil, segundo levantamento realizado pela MV. De acordo com o relatório feito com 1.429 instituições, 44% dos hospitais que utilizam o PEP estão localizados no Sudeste e 25% no Sul. O Norte é a região que menos utiliza a ferramenta. O Prontuário Eletrônico […]

Publicado: 21/04/2026 às 17:47
Leitura
2 minutos
Construção civil — Foto: Reprodução

O Prontuário Eletrônico do Paciente, também conhecido como PEP, é subutilizado no Brasil, segundo levantamento realizado pela MV. De acordo com o relatório feito com 1.429 instituições, 44% dos hospitais que utilizam o PEP estão localizados no Sudeste e 25% no Sul. O Norte é a região que menos utiliza a ferramenta.

O Prontuário Eletrônico é considerado a principal ferramenta de acesso às informações e históricos de saúde do paciente em todo o mundo. Sua utilização se tornou fundamental desde o surgimento das primeiras versões da tecnologia, em meados dos anos 1990 no Brasil, e transformou as instituições de saúde trazendo vantagens na prestação do atendimento assistencial.

O levantamento realizado contemplou hospitais de diversos tamanhos e entidades, sendo eles de grande, médio e pequeno porte, alta, média e baixa complexidade, e por tipo de instituição: privada, pública, filantrópica e Santas Casas de Misericórdia.

Leia também: Einstein desenvolve plataforma de análise de dados para auditar SUS

De acordo com o relatório, os hospitais filantrópicos são os que mais utilizam o PEP MV no Brasil, sendo 44% entre os estudados. As instituições privadas ficam em segundo lugar com 29% e o sistema público com 27%. Quando se fala na divisão por região, o Sudeste lidera com 44% dos hospitais que utilizam o PEP, o Sul fica em segundo lugar com 25%, a região Nordeste tem 15%, o Centro-Oeste tem 10% e o Norte tem 6%. No Norte, os hospitais públicos representam a maior parte das instituições de saúde da região.

Para o CEO e fundador da MV, Paulo Magnus, esse primeiro estudo mostra uma evolução da digitalização da saúde, com mais instituições aderindo ao PEP, mas ainda há um longo caminho a se percorrer. “À exceção da telemedicina, muitas das disrupções já entraram em descompasso com o futuro que esperávamos no pós-pandemia. Se quisermos avançar verdadeiramente, considero três os desafios críticos que teremos que endereçar: engajamento do paciente, integração de dados e, por fim — mas longe de ser menos importante —, regulação. O paciente é digital, mas a saúde, nem tanto”, destaca.

As melhores notícias de tecnologia B2B em primeira mão
Acompanhe todas as novidades diretamente na sua caixa de entrada
Imagem do ícone
Notícias
Imagem do ícone
Revistas
Imagem do ícone
Materiais
Imagem do ícone
Eventos
Imagem do ícone
Marketing
Imagem do ícone
Sustentabilidade
Autor
Notícias relacionadas