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Varda, agtech da Yara International, inicia operação no Brasil

De olho no potencial da digitalização do agronegócio brasileiro, a Yara International anunciou o início das operações de sua agtech Varda no Brasil. O país é o primeiro das Américas a receber a startup que tem sede na Suíça e escritórios na França e no Reino Unido. A executiva Deise Dallanora foi anunciada como líder da […]

Publicado: 30/04/2026 às 00:32
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Agtech Varda Yara International
Construção civil — Foto: Reprodução

De olho no potencial da digitalização do agronegócio brasileiro, a Yara International anunciou o início das operações de sua agtech Varda no Brasil. O país é o primeiro das Américas a receber a startup que tem sede na Suíça e escritórios na França e no Reino Unido. A executiva Deise Dallanora foi anunciada como líder da iniciativa para o Brasil e América Latina.

A startup tem como foco a coleta e compartilhamento de dados no campo por meio da solução Global Field ID. Segundo a companhia, a ferramenta visa levar maior transparência para toda a cadeia do agronegócio, o que permitirá impulsionar práticas de descarbonização do setor.

Por trás do Global Field ID está a ambição da Varda em mapear o território agrícola mundial e estabelecer uma identificação única para cada talhão. Na prática, a identificação atuaria como um CEP, permitindo a integração e o compartilhamento de informações entre diferentes plataformas digitais e atores da cadeia.

A interoperabilidade do setor é um grande desafio para a indústria. Isso porque os agricultores e empresas agrícolas utilizam diferentes modelos para identificar as áreas de cultivo com suas ferramentas digitais. Segundo a Yara, a Varda consegue mapear digitalmente todo o território agrícola via satélite e outras tecnologias de monitoramento, atribuindo assim IDs exclusivos aos lotes, criando um endereço único, que é enviado aos usuários por meio de uma API.

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Na teoria, ao criar uma linguagem geoespacial comum para a indústria como um todo e com um identificador único, todos que integram a cadeia do setor e estão nessa plataforma poderão incluir ou consumir dados, integrando ferramentas de rastreabilidade existentes e futuras.

Ao mesmo tempo, a agtech defende que uma maior interoperabilidade entre plataformas permitirá melhor rastreabilidade do produto final, oferecendo assim maior transparência e a possibilidade de acompanhar o histórico de práticas agrícolas nas propriedades rurais, o monitoramento de atividades de desmatamento e, inclusive, a colaboração direta com o mercado de créditos de carbono.

“Temos hoje o desafio global de promover a redução de emissões de gases de efeito estufa, ao mesmo tempo em que precisamos produzir mais alimentos. Diante deste cenário desafiador, Varda chega para impulsionar soluções colaborativas, possibilitando a união dos elos da cadeia de produção”, afirma Deise Dallanora, líder da iniciativa para o Brasil e América Latina.

“Nosso objetivo é reunir empresas, agricultores e outras instituições públicas e privadas do setor que compartilhem da aspiração por um ecossistema alimentar sustentável e resiliente. Tudo isso contribuirá para trazer transparência aos processos de uma agricultura cada vez mais próspera, em todos os sentidos”, acrescenta.

Segundo comunicado da Yara, a empresa possui planos para inaugurar em outros territórios como Estados Unidos e outros mercados da Europa ainda em 2023.

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