ITF Portal - Banner Topo
Slot: /23408374/itf-ad-banner-topo
720x300, 728x90, 728x210, 970x250, 970x90, 1190x250
e-commerce
Omnichannel

Varejo deve buscar novas escolhas estratégicas para retomada do consumo

A reabertura total do comércio parece estar cada vez mais próxima. Com o plano de desconfinamento dos estados e municípios, o varejo começa a se preparar para uma retomada parcial. Mas, algumas dúvidas importantes, com certeza, rondam a cabeça da maioria dos lojistas: qual será a melhor estratégia agora? Os clientes vão continuar consumindo fortemente […]

Publicado: 29/04/2026 às 12:25
Leitura
4 minutos
Construção civil — Foto: Reprodução

A reabertura total do comércio parece estar cada vez mais próxima. Com o plano de desconfinamento dos estados e municípios, o varejo começa a se preparar para uma retomada parcial. Mas, algumas dúvidas importantes, com certeza, rondam a cabeça da maioria dos lojistas: qual será a melhor estratégia agora? Os clientes vão continuar consumindo fortemente no online? Com as novas medidas de segurança sanitária, será viável manter a loja física? E os custos de aluguel, manutenção, entre outros, compensarão o fluxo de consumidores presenciais?

Muito se vem falando do novo normal e os novos hábitos que vieram para ficar. Em meio a isso, o lojista que acabou tendo que se aventurar pelo universo online do e-commerce para sobreviver, viu nele uma oportunidade difícil de abandonar. A questão é: como manter as portas abertas e dar conta dos pedidos online, em termos logísticos? Os comerciantes estão prontos para uma demanda assim? Devem escolher entre o online e offline?

A resposta é “calma, não é necessário escolher”. Não trago aqui nenhuma fórmula mágica do sucesso, mas alguns pontos importantes para se analisar nesta retomada.

Se houve algo de positivo durante os últimos meses, foi a corrente de união formada para apoiar os pequenos empreendedores, por parte da sociedade e do próprio ambiente corporativo. Muitas iniciativas de auxílio aos pequenos surgiram e se tornaram ferramentas poderosas, inclusive para o pós-pandemia, como, por exemplo, os principais marketplaces que abriram suas plataformas para agregar os pequenos comerciantes e ajudar na logística e distribuição. Parece clichê, mas sim, juntos somos mais fortes.

Trazendo dados, segundo a Abcomm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico), o Brasil registrou o surgimento de 107 mil novas lojas online, o que equivale a cerca de um novo e-commerce por minuto, entre março e maio deste ano. Além disso, um levantamento feito pela Cashback World, mostrou que o Brasil apresentou um aumento nas compras online de 73%, no comparativo entre os meses de fevereiro e março de 2020, e a categoria mais procurada foi a de marketplaces, representando um aumento de 242% das vendas nesta categoria.

Com tal cenário, o lojista já pode começar a se familiarizar mais com o conceito omnichannel, ou no português, omnicanal, que significa interligar diferentes canais para estreitar o relacionamento com os clientes. Isso pode ser feito na comunicação e também como estratégia para o varejo diversificar e aprimorar seus serviços, oferecendo uma melhor experiência ao consumidor. Ou seja, não é preciso escolher caminhos, mas sim agregar ferramentas que tornem a experiência mais agradável, simples e prazerosa ao cliente.

Mas isso é muito complicado? Não, já existem muitos programas com ótimo custo-benefício no mercado, que ajudam a agregar essas ferramentas, como a gestão de clientes, conhecido como CRM (Customer Relationship Management), programas de fidelidade e benefícios de compra, como o Cashback (dinheiro de volta), o qual se observou um boom na aderência nos últimos anos, entre outros.

Esses recursos irão ajudar o micro, pequeno ou até médio empreendedor a entender melhor seu público, tanto do e-commerce, quando da loja física; observar suas preferências, traçar perfis e gerir melhor seu negócio. A partir daí, será possível entregar experiências que fazem mais sentido para cada tipo de consumidor, sem deixar de lado nenhum tipo de cliente. Isso agrega valor ao produto ou serviço e ajuda na fidelização.

Essa distinção entre quem irá, de fato, incorporar as mudanças, repensar suas estratégias, agregar e aprender algo, efetivamente, com a atual crise é o que pode definir, num futuro próximo, quais os que vão manter as portas abertas e prosperar.

*Roberto Freire é CEO Américas da myWorld, operadora da Cashback World no Brasil

 

As melhores notícias de tecnologia B2B em primeira mão
Acompanhe todas as novidades diretamente na sua caixa de entrada
Imagem do ícone
Notícias
Imagem do ícone
Revistas
Imagem do ícone
Materiais
Imagem do ícone
Eventos
Imagem do ícone
Marketing
Imagem do ícone
Sustentabilidade
Autor
Notícias relacionadas