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Vivo tem R$ 700 milhões para investir em Minas e Nordeste

Vivo tem R$ 700 milhões para investir em Minas e Nord

Publicado: 08/04/2026 às 09:21
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Vivo tem R$ 700 milhões para investir em Minas e Nordeste
Construção civil — Foto: Reprodução

Sem confirmar – e nem desmentir – uma possível aquisição da Telemig Celular, o presidente da Vivo, Roberto Lima, afirmou, nesta quarta-feira (29/11) durante encontro com jornalistas, que dispõe de verba em torno de R$ 700 milhões para investimentos em Minas Gerais e no Nordeste. O executivo justificou que a telefonia em MG cresce a taxas mais elevadas que em outros Estados. “Estamos avaliando a possibilidade de entrarmos com bastante força, tanto em CDMA quanto em GSM”, ressaltou.

No encontro, Lima voltou a defender o compartilhamento de redes entre as operadoras de telefonia móvel. Ele argumentou que a competição do setor nos grandes centros urbanos justificou, até agora, o investimento de cada player em antenas, mas que se faz necessária uma parceria para expandir a cobertura em pequenos municípios. “O compartilhamento adiciona eficiência e ganho na operação. É uma forma de encontrar políticas de ruptura”, ressaltou. O executivo chamou atenção para o fato de o setor ter menos de 20% de margem Ebtida e a necessidade de investimento de 30% a 40%.

Outra questão abordada pelo presidente da Vivo foi o posicionamento da operação em GSM. “O projeto vai bem”, limitou-se a dizer. No entanto, a implementação da infra-estrutura GSM tem sido prioridade para a telco, que concentra, atualmente, suas operações em CDMA. Fontes já dão como certa a entrada da Vivo neste mercado por meio da oferta pré-paga, já que esta plataforma está mais adiantada. “Teremos a rede GSM mais nova do Brasil e com a maior facilidade para migração para a terceira geração.”

Fusão Claro-TIM

Enquanto o mercado aguarda para saber se as especulações sobre a Claro ter comprado a TIM são confirmadas (ou não), Lima argumentou que, em caso positivo, assistiremos à consolidação do mercado e, consequentemente, a uma diminuição da agressividade da concorrência, com a indústria trabalhando com margens menores. “E isto pode ter efeito positivo”, afirmou. “Eles terão de administrar esta fusão, o que não é nada fácil”, completou.

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