ITF Portal - Banner Topo
Slot: /23408374/itf-ad-banner-topo
720x300, 728x90, 728x210, 970x250, 970x90, 1190x250

Vivo: WiMAX móvel não pode vir sem obrigação

VP de regulamentação da Vivo afirmou que é preciso colocar obrigações a empresas caso tecnologia venha a ofercer mobilidade

Publicado: 09/04/2026 às 07:32
Leitura
2 minutos
Vivo: WiMAX móvel não pode vir sem obrigação
Construção civil — Foto: Reprodução

Na competição entre WiMAX e a 3G, tema de debate na Futurecom 2007 nesta quinta-feira (04/10) questões tecnológicas e regulatórias precisam ser resolvidas e a disputa deve ser intensa.

De acordo com Solange Marcela de Almeida, diretora de vendas da RFS, nos próximos dez anos, o WiMAX deve chegar a 30% ou 40% das conexões de banda larga do mundo, enquanto a terceira geração ficaria entre 60% ou 70%. Levando-se em conta os serviços de voz, o quadro altera um pouco, com o WiMAX respondendo por algo entre 10% e 15%.

O ponto principal da tecnologia, que a deixará apta a competir com a terceira geração, só estará pronta em 2010, lembrou Alberto de Mattos, vice-presidente de assuntos regulatórios da Vivo. Além da barreira tecnológica, há o impedimento legal para operação do WiMAX móvel no Brasil. Edílson Ribeiro dos Santos, superintendente de Radiofreqüência e Fiscalização da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) afirmou que a alteração na lei acontecerá se essa for uma demanda da sociedade, se “representar bem-estar para o estado”.

“Se o WiMAX funcionar com mobilidade, tem que ter as condições de competição”, pediu Mattos. Em sua opinião, o cenário competitivo não seria sustentável já que as licenças de WiMAX são mais baratas que a da terceira geração e estas demandam compromissos de universalização. “Não adianta ter WiMAX sem compromisso”, defendeu. 

Carlos Pingarilho, diretor de novos negócios da Promon, questionou: por que ainda não há WiMAX maciço hoje mesmo com o leilão feito em 2003? “Porque o custo dos terminais ainda é alto”, completou. Citando o exemplo do Wi-Fi, que tem sua expansão atribuída À inclusão da tecnologia nos chips de laptops da Intel, ele afirmou que este seria uma saída interessante para o WiMAX, que perde para a terceira geração no quesito escala de produção. “Tirando o custo do aparelho melhora o modelo de negócio”, avaliou.

Brian Ponte, da ArrayComm, afirmou que o desenvolvimento do WiMAX nos Estados Unidos tem caminhado para a tecnologia fixa não por restrição legal, mas pela falta de dispositivos com custo acessível.

*o repórter viajou a Florianópolis (SC) à convite da Juniper Networks

As melhores notícias de tecnologia B2B em primeira mão
Acompanhe todas as novidades diretamente na sua caixa de entrada
Imagem do ícone
Notícias
Imagem do ícone
Revistas
Imagem do ícone
Materiais
Imagem do ícone
Eventos
Imagem do ícone
Marketing
Imagem do ícone
Sustentabilidade
Autor
Notícias relacionadas