A decisão permite que a empresa tenha um novo começo na arena móvel, mas isso também poderia limitar o apelo do novo sistema para as empresa
Com o lançamento do Windows Phone 7 na semana que vem, a Microsoft tenta romper um perfil que comprometeu a companhia na concorrência com Apple e Google. Portanto, a fabricante escolheu, deliberadamente, não programar seu novo sistema operacional de uma forma compatível com o antigo, produtivo para Windows Mobile.
A decisão permite que a empresa tenha um novo começo na arena móvel, mas isso também poderia limitar o apelo do sistema para empresas, muitas das quais terão interesse em migrar seus investimento para novas plataformas.
E enquanto o mercado móvel empresarial está largamente dominado, de qualquer forma, pela RIM, com o seu dispositivo “amigável” ao mundo corporativo, o BlackBerry, a empresa, que se direciona a um ambiente completamente novo, pode reduzir a atratividade com seus clientes atuais.
Tais preocupações foram levantados recentemente durante uma mesa redonda com desenvolveres de software do exército norte-americano que, por conta de uma competição internacional, tinha sido encarregado de construir aplicativos móveis para uso no campo de batalha e em outros aspectos da vida no exército.
Um dos participantes, o major Gregório Motes, que é chefe de Informação do Exército, por exemplo, optou por não desenvolver suas aplicações para o ambiente Windows por causa do problema de compatibilidade entre as versões.
O fato de a plataforma não ser compatível tira a atratividade dos usuários dos sistemas da Microsoft, uma vez que um grande apelo era a possibilidade de efetuar as atualizações dos programadas
Pode ser por isso que o Gartner espera um impacto mínimo no mercado com a chegada da nova versão: espera-se que a participação no mercado de telefonia móvel mundial passe de 4,7% em 2010 para 5,2% em 2011, atingindo 3,9% em 2014.
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