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X enfrentará ação coletiva por demissões em massa de trabalhadores mais velhos

Uma decisão judicial nos Estados Unidos, desta terça-feira (3), permitirá que cerca de 150 ex-funcionários da X, antigo Twitter, processem a empresa por discriminação etária em uma ação coletiva. A juíza federal Susan Illston, de San Francisco, determinou que os trabalhadores com 50 anos ou mais, demitidos após a aquisição da empresa por Elon Musk, […]

Publicado: 13/03/2026 às 22:21
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2 minutos
Twitter, X, Elon Musk, CloudFlare
Construção civil — Foto: Reprodução

Uma decisão judicial nos Estados Unidos, desta terça-feira (3), permitirá que cerca de 150 ex-funcionários da X, antigo Twitter, processem a empresa por discriminação etária em uma ação coletiva. A juíza federal Susan Illston, de San Francisco, determinou que os trabalhadores com 50 anos ou mais, demitidos após a aquisição da empresa por Elon Musk, podem buscar indenizações milionárias, caso a discriminação seja comprovada.

O caso foi apresentado por John Zeman, ex-funcionário do departamento de comunicação da X. Infor Zeman alega que, durante a demissão em massa realizada em novembro de 2022, 60% dos funcionários com 50 anos ou mais foram demitidos, em comparação com 54% dos trabalhadores mais jovens. Ele também afirma que quase três quartos dos funcionários com mais de 60 anos perderam seus empregos.

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A imprensa nacional destacou que a juíza Illston reconheceu indícios de discriminação contra trabalhadores mais velhos nas demissões em massa, permitindo que o processo avance como ação coletiva. Com isso, os advogados de Zeman poderão notificar outros possíveis integrantes do grupo, dando-lhes a chance de se juntarem ao caso.

A X, por sua vez, negou qualquer discriminação, alegando que o fechamento do departamento de comunicação, onde Zeman trabalhava, não teve relação com a idade dos funcionários.

O The Register abordou amplamente o caso, lembrando que este é apenas um dos vários processos enfrentados pela X após as demissões em massa de 2022. Outras ações alegam que a empresa dispensou funcionários e contratados sem aviso prévio, direcionou as demissões para mulheres e dificultou a permanência de trabalhadores com deficiência ao eliminar o trabalho remoto. Em agosto, algumas dessas alegações foram rejeitadas, mas os autores ainda podem apresentar queixas revisadas com mais detalhes.

Além disso, há dois processos que cobram mais de US$ 500 milhões em indenizações a ex-funcionários, sendo que um deles foi arquivado em julho.

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